CidTiradentes.com - 16_02_2017-doria-altera-programa-leve-leite-exclui-adolescentes-e-foca-nos-mais-pobres

Doria altera programa Leve Leite, exclui adolescentes e foca nos mais pobres

Crianças entre 7 e 14 anos não receberão mais o benefício, e aqueles que estão na lista de espera por vaga serão incluídos no programa.

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Doria altera programa Leve Leite, exclui adolescentes e foca nos mais pobres

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), vai reformular o “#Leve Leite” a partir de março. Com as novas regras, crianças a partir de 7 anos de idade deixarão de receber o benefício. O foco do programa também será os alunos mais carentes de até 6 anos que estejam ou não matriculados na rede municipal. São famílias registradas, ou não, na fila por vaga em escolas da capital.

Atualmente, recebem o leite gratuito alunos entre 0 e 14 anos de idade. Em 2016, 916,2 mil estudantes receberam o benefício. Com as mudanças, a gestão municipal estima que este número será reduzido para 431,7 mil crianças, já em 2017, redução de 53%.

O jornal “Folha de São Paulo” informou que a mudança se deve à ordem orçamentária, e afirma que, com o congelamento das tarifas de ônibus neste ano, as dificuldades financeiras da #prefeitura se agravaram. Outro motivo relevante é o registro de vendas do produto na internet, principalmente nas redes sociais.

O Programa

O Leve Leite foi criado durante a gestão Paulo Maluf (atualmente no PP) no ano de 1995, e beneficia crianças que tem, ao menos 90%, de frequência nas escolas da rede municipal. Cada aluno recebe, em média, 2kg por mês.

Mudanças

Com as novas regras, os estudantes matriculados passarão a receber apenas 1kg por mês, e os beneficiários de fora, que serão incluídos no programa, receberão 2kg.

A prefeitura prevê economizar R$ 180 milhões de reais com as mudanças. O valor é 55% menor do que o custo atual que gira em torno de R$ 330 milhões. No ano passado, a gestão Fernando Haddad (PT) custeou os benefícios em R$ 310 milhões.

Histórico

O Leve Leite serviu como bandeira eleitoral desde que foi criado em 1995, mas falhas nas entregas causaram desgastes aos prefeitos.

Em 2005, na gestão José Serra (PSDB), as famílias passaram receber o benefício também durante as férias, o que elevou ainda mais os custos.

Em 2009, na gestão Kassab (PSD), a entrega do leite passou ser realizada pelos Correios e não mais na escola. Foi também o ex-prefeito que deixou de entregar, em 2011, o leite Ninho. Durante sua campanha eleitoral, ele havia prometido a entrega do “leite amarelinho”.

Durante a administração de Fernando Haddad (PT), novas falhas nas entregas causaram revolta nas redes sociais. Famílias ficaram sem receber o leite, mas a prefeitura regularizou a entrega e repôs unidades para quem recebeu em menor quantidade que o habitual.

Via :lesteonline.com




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